18 junho 2010

neologismos

Retrosexual

Definition: a man who adopts a traditional masculine style in dress and manners

Example:
"Think of him as the anti-metrosexual, the opposite of that guy who emerged in the 1990s in all his pedicured, moussed-up, skinny-jeans glory. That man-boy was searching for his inner girl, it was argued. The retrosexual, however, wants to put the man back into manhood."
— Lini S. Kadaba, Philadelphia Inquirer, Apr. 7, 2010

Further Note:
Retrosexual is a word that has been used in two very different ways.
It sometimes describes an old-fashioned "manly man" – e.g. a beer and football-loving guy who cares little for his appearance.
But it has also been used, as in the example above, to describe someone who self-consciously adopts traditional masculine styles – e.g. old-fashioned manners and clothes typical of the early 1960s (think Mad Men).

Adaptado daqui.

10 junho 2010

não faz mal

Não sei que faça, não sei que diga; não sei se devo estar zangado, triste ou irritado. Talvez devesse estar feliz por sentir que posso fazer o que quero e o que me dá na gana, mas a verdade é que não estou.
Agora, que posso e que sei que tudo o que possa fazer é quase inconsequente, dadas as circunstâncias, não o faço. Nem sei porque não, mas na realidade não o faço - mesmo que me apeteça mesmo ir atrás e fazer, com aquele sorriso manhoso na cara, que não me deixa mentir sobre o que sinto ao fazê-lo. Mas não o fiz e continuo sem o fazer.
Não faz mal, não tarda estou a milhas e deixo de sentir culpa, a culpa que me tem acompanhado em todos estes anos, que não sei de onde vem e que não sei para que serve - a não ser mesmo para me fazer sentir culpado. E, a milhas, com a culpa ausente em parte incerta, poderei ser e acontecer sem que tenha que olhar por cima do ombro para verificar se efectivamente eu não estou a perseguir-me e a ajuizar-me; e, a milhas, talvez nem valha a pena olhar por cima do ombro, apenas porque ninguém vai estar lá para me ver e dar juízo.

01 junho 2010

conselho de verão

Não deixar a máquina com loiça durante 72 horas sem a ligar.

sozinho em casa

Decidi hoje que não vou ver os jogos da selecção.
É verdade que os seleccionados não jogam o que deviam, é verdade que a esperança de alcançar resultados relevantes é baixa, sendo provável que fiquemos no lugar que merecemos - afinal, estamos mal habituados, dada a dimensão do País o nosso lugar não é tão alto quanto aquele que temos conseguido.
Mas não é nada disto que me detém, gosto de ver os jogos mesmo que o resultado seja fraco.
É aquela trompa reinventada pela Galp! Já não bastava ter que aturar a vizinhança, que passou o domingo num ensaio geral, o som daquela gaita de gaita é amplificado pela televisão e resultou numa cefaleia. Não há paciência, de todo.

30 maio 2010

skimming

Parece que é aos domingos.

26 maio 2010

oye como foi


Com uma varinha de condão fabricada pela Gibson, este jovem mago de quase sessenta e três anos encantou a maior multidão que alguma vez vi ali dentro.
Se a ausência do Dave Matthews foi bem disfarçada pela banda, já a voz que substituiu a do Rob Thomas não conseguiu ser tão smooth quanto a original. Mas isto foi apenas um detalhe que em nada prejudicou as duas horas e meia de som intenso (desta vez com melhor qualidade que o habitual), sem quaisquer quebras de ritmo num excelente alinhamento. A espaços, acho que detectei alterações ao programa, com fases de improvisação não planeadas, que seguramente só contribuíram para um resultado ainda mais conseguido. Destaque para um outro mago, Dennis Chambers, que com duas varinhas mágicas Zildjian e um bombo a passo de metralhadora deixou milhares de boca aberta.
Atlântico com ondas de 10 metros!

25 maio 2010

descompressão

Estando outra vez em regime de countdown para largar o actual trabalho e para iniciar um novo percurso, tenho tempo para colocar em dia a leitura de blogs alheios, que eu não frequentava há algum tempo. Tempo ainda para conhecer alguns novos, cuja leitura me suscita reacções maioritariamente como esta; mas também muitos espaços (menos) em que dou por mim a ler interessantes conteúdos, mesmo alguns mais antigos.
Como não referi endereços no primeiro caso, não os vou mencionar agora. E nada de razões politicamente mais correctas - apenas não quero que me abandonem ao encontrar local mais legível!

19 maio 2010

E que tal ir viver para o topo do mundo?



18 maio 2010

tablog

Disse há uma imensidão de tempo que gostaria de ter um blog que fosse lido e apreciado por mais que aqueles poucos que vão tendo paciência para me ler.
Hoje, como em alguns outros dias, fui espreitar alguns outros escritos, de outros estilos e com outras intenções. Meramente por acaso, olhei para o contador de visitas de um daqueles pelos quais tendo a passar rapidamente, sem olhar, dada a falta de interesse (para mim, claro) do conteúdo - em rigor, dada a falta de conteúdo; e essa curiosidade desvendou um número inesperadamente alto. Escandalosamente alto, diria até.
Hoje, sem prejuízo à apreciação que fiz e continuo a fazer sobre a qualidade do que alguns bloggers escrevem nem à popularidade que tal qualidade granjeia aos respectivos espaços, tomo consciência que a qualidade do que se escreve, tema e forma, não é condição necessária nem suficiente para a garantia dessa popularidade. Bem pelo contrário.
Pensando alguns segundos no assunto, concluo que o meu espanto não tem qualquer justificação, já que na blogosfera navegam todos aqueles que vêem TVIs e lêem Correios da Manhã e afins, e estes e os respectivos conteúdos, extrapolando tiragens e share, são representativos da maioria da população leitora (relativamente a esta, poderia tê-la designado por "população de leitores", mas julgo mesmo tratar-se mais de uma constituída maioritariamente por "escritoras" - quem tenha acesso a estatísticas nesta matéria que me corrija ou confirme: talvez possa estar nesta pequena diferença o segredo da coisa).
Baseado mais na sensibilidade que no racional que os dados poderiam permitir, baseado na quantidade de fotografias de sapatos e vestidos que vejo, no compartilhar de pretensas viagens fantásticas, fico com a ideia de que, aqui, popular continua a querer dizer popular, foleiro continua a significar foleiro e fútil e inútil mantêm igualmente o sentido. E que as revistas maria, mulher moderna, e as demais, tal como muitos tablóides, existem numa suposta versão digital caseira, e que vendem. Muito.
O que eu disse há essa imensidão de tempo? Não façam caso: prefiro escrever para poucos e interessantes. Ou mesmo só para mim.

17 maio 2010

santana


Já a pensar na próxima semana, dei por mim a procurar uma imagem. Encontrei esta, da qual nem me recordava.

E nem poderia vir mais a propósito!

14 maio 2010

please remain seated

11 maio 2010

next year?