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11 abril 2018

Sooner or later your actions will catch up with you
When they do, all you will have left will be a bed of consequences where you will always sleep in, no matter how often you change the bedsheets

18 dezembro 2012

O teu é teu, o meu é nosso.

08 novembro 2012

wer ich bin

Não importa a distância que nos separa.
Eu sou, eu estou.

05 novembro 2012

lessons?

By the time I recognize the moment the moment will be gone.

14 maio 2011

i like


the way you moon me

28 março 2011

das malas...

… das que partem e das que chegam. E das que ficam.
Hoje acordei e olhei para a minhas prateleiras vazias e vi que não estão vazias. E sorri, num sorriso muito maior que os sapatos que lá vi, ao lembrar-me que desejei que não estivessem vazias, que acabariam por ser mais minhas não sendo só minhas, sem saber então que para as encher elas haveriam de estar espalhadas por três países em dois continentes.
Ontem foi dia de fazer malas e de as levar, pesadas, escada abaixo, rumo a mais um voo, satisfeito porque sei que ficam as prateleiras, as de cá e as de lá e que as malas vão mas ficam.
E porque no meio de malas e aviões, no meio de países e continentes distantes, entre aeroportos e destinos improváveis, entre despedidas e reencontros, as minhas prateleiras estão muito mais completas que alguma vez estiveram.

23 fevereiro 2011

hurry back

Devia depender só de mim.
Mas não, vêm sempre de fora os estímulos que melhor fazem funcionar o que está cá dentro, sempre externos os motivos para a alegria interior. Incompetente...
Muito trabalho por fazer, muito caminho para andar. E, por enquanto, melhor acompanhado que só.

29 janeiro 2011

...

É mais difícil do que possa parecer, mas muito mais fácil que aquilo que eu o faço.
Live and learn.

11 janeiro 2011

sozinho em casa

Casa... não é bem casa, pelo menos ainda não, já que nem nisso acerto - parece que a culpa é minha, das minhas escolhas.
Está demasiada humidade para sair, está demasiado calor para trabalhar, do outro lado estão demasiado ocupados para conversar. As notícias não são novas, os filmes repetem-se, a campanha é a mesma de há 5 anos, não me serve para fazer qualquer escolha; mas acaba por ser a escolha que faço, que o que preciso mesmo é de desligar o cérebro, demasiado cansado para pensar.
Estou demasiado longe para poder ir e vir, matar as saudades que crescem com o passar das horas; estou demasiado preso para me poder fugir, para poder esquecer e começar onde mais quero - seria a minha escolha. Estou demasiado sozinho para poder sorrir.

08 novembro 2010

aquele abraço

Quando num dia como aquele, em que vamos fazer uma viagem destas e encetar uma etapa como esta, parece-me que resumir num sms “que tenhas um bom dia, faz boa viagem e que tudo te corra bem por lá” é motivo suficiente para desistir.
Foi o que fiz. Com maior sucesso do que desistir do tabaco.
Passaram-se meses até que rumei de volta para matar saudades daqueles de quem mais gosto. E, mesmo passados todos estes meses e apesar de todos esses meses depois da minha decisão, apesar da minha decisão, estive todos os dias tentado a restabelecer o contacto, a falar, a dizer “estou cá” para poder abraçar aqueles que, consta no BI, são os que me são mais próximos.
Uma vez “cá”, os dias passavam e eu hesitava, até perceber que, mais do que abraçar, o que eu queria era mesmo era que me abraçassem – mais uma vez, era só isso que eu queria. E percebi que não valia a pena, que esse abraço, por mais que eu peça, por mais que eu fuja, por mais que eu me lamente, por mais que eu sofra, aquele abraço não iria chegar. Não chegou há um ano, quando fui a correr quando me chamaram, quando tinham pressa para despachar a conversa; não chegou há dez anos, quando daquele processo destrutivo e doloroso, em que era mais importante preservar a imagem junto da empregada; não chegou ainda há mais tempo, porque não era preciso, porque “um homem não chora”.
Aquele abraço não iria chegar.
Foi o que fiz, desistir.
Porque não basta que eu queira, não basta que eu precise, não basta que eu peça: é preciso que do outro lado me queiram, é preciso que do outro lado entendam que eu preciso. Seria até bom que do outro lado precisassem, mas parece que não, estão bem assim, muito obrigado, são menos telefonemas que se fazem, basta um sms, basta esquecer, afinal há mais, daqueles que precisam, daqueles que fazem por precisar. Ou por um par de tostões.
Do outro lado, desistiram.

Por isso, foi o que fiz, até com maior sucesso do que com a desistência do tabaco.
E ao menos esse diz explicitamente no maço que faz mal. Não tem a obrigação de gostar de mim.

07 novembro 2010

coming through in waves

Now I've got that feeling once again, I can't explain you would not understand.
This is not how I am.

06 outubro 2010

51 horas

Nada fácil...

05 outubro 2010

30 horas

Não está a correr mal...

27 agosto 2010

it's gonna be a long, long time

Burning out his fuse up here alone... and all this science I don't understand...

19 agosto 2010

31 julho 2010

wheels



Well I wanted something better man
I wished for something new
And I wanted something beautiful
I wished for something true
When the wheels touch ground,
there's another round for me

19 fevereiro 2010

it´s amazing how much you can see in the dark‏

Sem que sejam meras coincidências, as que digo e as que faço nem sempre são coincidentes.
Por mais que eu aconselhe que não deixem que as de um qualquer asinino lhes chegue, dei por mim a trocar algum do meu escasso e precioso tempo de descanso pela análise de um conjunto de frases ouvidas de bocas terceiras – ou quartas. Mesmo retirando-lhes os pontos que lhes foram acrescentados, reconheço que o intuito do autor das palavras foi cumprido, pois chegaram efectiva e finalmente ao destino e tiveram pelo menos algum do efeito desejado. Digo algum, pois não tão velho quanto isso mas ainda assim muar por escolha, já não são só duas as cantigas que me embalam: antes pelo contrário, despertam-me para uma inútil meditação, que resulta numa quase útil tomada de consciência de determinados porquês – sobre o que serve, sobre quem se serve e sobre quem quer servir.
A verdade? Sei que não existe e sei que nunca a saberei, por mais que ma contem. Por tudo isto, sem qualquer desprezo, ou menosprezo sequer, prefiro seguir o meu próprio conselho e manter-me no escuro – até porque essa tonalidade é sempre bem mais honesta que as promessas cor-de-rosa vindas lá de fora.

31 dezembro 2009

does it get any worse?

Citar Isabel II seria apropriado: este ano esteve próximo de ser horribilis. Se é que não foi mesmo.
Depois do impaciente alemão ter determinado o internamento do paciente, agora efectivamente mais paciente por (ainda) menos consciente, depois das confusões iniciadas pela ausência de valores de quem se apega aos valores, depois dos processos iniciados sobre os primeiros valores, depois de saber que o Natal seria diferente de todos os anteriores, pela ausência e pelas discordâncias, há alguém que na madrugada de 25 decide que quarenta e um anos chegam e deixa tudo suspenso na sala de casa dele - e uma tristeza e incompreensão que passam para cá das fronteiras familiares.
Mas não chegava e o ano velho não acabou suficientemente depressa para quem lutava para sobreviver a uma cirurgia mal sucedida, terminando com um mês de angústia e dando início à revolta contra a injustiça de ver que quem quer ir, pode ir, mas que quem quer ficar nem sempre consegue.
É melhor não celebrar: ainda faltam doze horas.

28 novembro 2009

when the shit hits the fan

... ou será que são luzes que começam a acender lá ao fundo?

06 setembro 2009

long time, no see

Em Agosto, para replicar aquilo que se faz em época de crise, decidi perder-me de novo with my two favourite allies. Desta vez a opção da road trip foi colocada de lado, substituída por um mandatório e bem mais evoluído meio de transporte, que, desta vez e tal como estas palavras documentam, bem sucedido mesmo entre intol e tasil. Talvez não para mim, com as minhas razões a ficarem para trás, mas para os favourites terão sido as melhores férias da vida yet: obrigado a quem tem culpa, lá por terras de Santa Cruz.