21 março 2013
19 março 2013
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Índice intimo
12 novembro 2012
Alibi, age quod agis; eris quod sum.
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17 outubro 2012
para sempre
No meu caso, são pelo menos duas.
Naquele caso, devem ser no máximo duas. E talvez não haja mais espaço para amar.
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27 agosto 2012
i hope this is you
This could not be me…
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Índice histórias por contar, intimo
28 outubro 2011
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25 outubro 2011
the monster within
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19 março 2011
dia do Pai
Para além disso, tinha uma obsessiva preocupação com o dever: os compromissos tinham que ser cumpridos até ao fim, custasse o que custasse, mesmo aqueles que tivessem origem nos maiores disparates e erros.
Era a natureza dele.
Conheci-lhe um único deslize; mas coerente com o que sempre foi, nem desse erro alguma vez usufruiu, serviu apenas para os outros, mais para uns que para outros, é verdade, mas nunca para ele. E acabou por pagar caro esse erro, pois era frequentemente usado contra ele, com a chantagem que lhe era movida de perto, através da ameaça da denúncia que lhe iria manchar uma reputação de outro modo imaculada.
Por isso e com o passar dos anos, foi suavizando o discurso, foi amolecendo na acção e na exigência – para com os outros, manteve sempre a mesma exigência para com ele mesmo. Mesmo deixando de exteriorizar, nunca deixou de sentir essa preocupação, nunca deixou, lá dentro, de ser quem era.
Na minha ideia, o facto de interiorizar demasiado o que sentia, o ser obrigado pela chantagem a viver contra alguns dos seus princípios acabou por o corroer e descaracterizar, devagar mas definitivamente, e ter-lhe-á em última análise determinado o destino.
A custo, nalguns momentos a muito custo, aprendi com aquele carácter, fez-me parte do que sou, igual, nalgumas coisas, totalmente diverso, em muitas outras. Mas por causa dele sou.
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18 fevereiro 2011
exagero...
Where there is no exaggeration there is no love
and where there is no love there is no understanding.
Oscar Wilde
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13 outubro 2010
if you don't like something, change it; if you can't change it, change your attitude
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28 setembro 2010
24 agosto 2010
...
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19 agosto 2010
...
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11 agosto 2010
awakenings
E ainda bem que nem sabe - eu também preferiria não saber.
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11 julho 2010
respirar
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01 julho 2010
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30 maio 2010
skimming
Parece que é aos domingos.
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04 maio 2010
skimming
Era uma obrigação que tinha para cumprir e, afinal, também me compete contribuir para o apaziguamento e tentar a reaproximação.
E liguei. E atendeu-me um gravador, ao qual confiei aliviado a minha mensagem.
Passaram talvez duas horas e a chamada foi devolvida, o cordial agradecimento pela intenção, a intenção cordial de prosseguir com a reaproximação, a sugestão de um novo encontro a matar as… saudades que o tempo cravou nas respectivas almas. Supostamente.
E pronto, obrigação cumprida, sugestão aceite, tinha sido um bom passo no sentido da tal reaproximação que também a mim competia – nem sei bem porquê, afinal não fui eu quem promoveu inicialmente o afastamento, limitei-me a reagir pacifica e quase passivamente. Mas o caminho estava traçado e agora poderíamos avançar, com cuidado, é certo, mas estava aberto o caminho. Supostamente.
Durou menos de 24 horas.
Demorei menos que um dia a descobrir que, nas minhas costas, tudo tinha continuado na mesma, no mesmo tom de desrespeito, na mesma senda de desafio; demorei apenas horas a saber que o desafio e a tentativa de usurpação continuam, com os aliados de ocasião e de conveniência que se lhe juntaram. Supostamente.
Sem surpresas: eu já tinha podido ver as costas de outros.
Afinal, a surpresa tinha sido mesmo domingueira, com as sugestões e as demonstrações de intenção a servirem de cortina de fumo, respostas que seguramente se procuram para poderem ser acumuladas para memória futura, em jeito de construção de capital de queixa. Afinal, normal era mesmo o que nem sequer volvidas vinte horas viria a descobrir – ou melhor, a poder confirmar: o estilo dissimulado, a necessidade de demonstração de poder, vinda de quem nem sequer a capacidade moral detém, quanto mais a formal.
E agora? Agora, nada de novo - ou antes, talvez algo de novo, já que procuram conquistar Roma: fingir fazer como os romanos.
E ficar com certeza que só se estragou uma família.
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23 abril 2010
o átomo a mais que se animou
Sei que te tenho culpado por coisas que são humanas, por actos banais, por gestos e palavras que tens e tens muito bem. E sei que tenho olhado pouco para mim, que sou também humano nos mesmos actos e nos meus erros, que digo palavras e faço gestos, se não iguais, pelo menos parecidos com os teus, mesmo que diferentes dos teus.
Sei que te tenho exigido coisas que talvez nem sejam exigíveis, afinal somos humanos e humano é errar e ficar aquém da perfeição; e que tenho tido a presunção, a errada presunção, de que erro menos e que estou mais perto dessa perfeição, digo-te que te quero mais igual a mim nessa pretensa perfeição. Sim, eu, que me farto de te dizer que não queiras que eu seja mais igual a ti, porque eu sou mesmo só igual a mim mesmo – e até digo que gosto de ser igual a mim mesmo e que quero continuar a ser. E não tenho o direito.
Podias fazer melhor? Podias, claro, é sempre possível fazer melhor, também eu podia e tantas vezes não faço, ou por não ter visto, ou por não ter pensado melhor, ou por ter pensado mais em mim que em ti; quando, na verdade, talvez tu não pudesses ter feito tão melhor quanto isso, tu que tentas e até fazes tão melhor que a maioria. E, por mais que eu te culpe, não tens culpa de ser como és e de sentir como sentes e de dizer como dizes e de sofrer como sofres – porque eu até sei que sofres.
E depois, no meio das exigências e das culpas, no meio dos ciúmes e das acusações, por entre palavras mal ditas e outras mal ouvidas, chegámos onde estamos e não sabemos sair de onde estamos – até talvez por nem sabermos exactamente onde estamos. Sabemos apenas que queremos sair daqui, mesmo sem sabermos onde fica o ali para onde queremos ir, sem sabermos se nesse ali nos vamos encontrar, se vamos para lá sozinhos ou acompanhados, até porque não sabemos se esse ali fica aqui ao lado, se do outro lado do mundo, se precisamos de passar nuvens de cinza para lá chegar. E depois, no meio de exigências de perfeição, de culpas atribuídas a quem tem apenas culpa de ser pessoa e de agir como tal, imperfeita e atraente, após acusações e invenções, estamos aqui, a saber que queremos sair daqui e a teimar em não sair daqui, porque ao menos aqui tu estás, ao menos aqui eu estou, mesmo que doa ter o medo diário que tu já não estejas, mesmo que assuste ter o receio eterno que eu já tenha deixado de estar.
Este aqui, este estar sem estar, este dever sem ter, este ter sem dever, este aqui é lugar nenhum, é buraco sem fundo onde se cai e de onde se torna difícil sair; neste aqui não podemos mais estar, não podemos mais ficar, é um aqui no qual temos que evitar cair. Mesmo sem saber para onde, deste aqui, qual cântico negro, deste aqui temos que urgentemente fugir.
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Índice dedicatória, intimo, literatura da treta
16 abril 2010
and in the end?
There's nothing new...
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