23 novembro 2011
28 outubro 2011
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25 outubro 2011
the monster within
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11 outubro 2011
nem eu
Se uma mistura de sonho e vida,
Aquela terra de suavidade
Que na ilha extrema do sul se olvida.
É a que ansiamos. Ali, ali
A vida é jovem e o amor sorri
Talvez palmares inexistentes,
Áleas longínquas sem poder ser,
Sombra ou sossego dêem aos crentes
De que essa terra se pode ter
Felizes, nós? Ali, talvez, talvez,
Naquela terra, daquela vez,
Mas já sonhada se desvirtua,
Só de pensá-la cansou pensar;
Sob os palmares, à luz da lua,
Sente-se o frio de haver luar
Ah, nesta terra também, também
O mal não cessa, não dura o bem.
Não é com ilhas do fim do mundo,
Nem com palmares de sonho ou não,
Que cura a alma seu mal profundo,
Que o bem nos entra no coração.
É em nós que é tudo. É ali, ali,
Que a vida é jovem e o amor sorri.
Fernando Pessoa
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06 outubro 2011
caleidoscópio
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22 setembro 2011
até ao ouro
Pela lua crescente que sobressai no vermelho, o que me permite ficar com o ouro, vou mais uma vez rumo ao Negro que ainda não consegui ver, para reencontrar o azul. Que talvez me leve ao Negro.
Vou porque quero manter o azul que me faz falta e porque quero que mantenha azul o azul, não quero que se torne negro, que tem dias em que imagino que ande muito mais negro que aquilo que lhe desejo.
Mais que aquilo que me desejo.
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13 setembro 2011
26 agosto 2011
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27 julho 2011
heart of stone
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26 julho 2011
Or is it silly, silly?
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